Conheça a história de Ibrahim Diallo que foi demitido por uma maquina

Hoje você vai conhecer uma situação ocorrida bem diferente, a do desenvolvedor de softwares Ibrahim Diallo que foi demitido por uma ”maquina”.  Tudo começou quando o crachá do americano não passou na catraca de entrada da empresa que trabalhava, no momento ele acreditou que se tratava apenas de um falha de sistema, mas aquilo era só o primeiro de vários acontecimentos que sinalizaria sua demissão decidida não por um chefe superior, mas por um sistema.

No primeiro acontecimento ele conseguiu contornar a situação ao  recorrer a um segurança da empresa que então autorizou sua entrada. Após almoço ele teve ainda que aguardar 10 minutos para que um colega de trabalho que permitisse seu retorno ao escritório. Logo após isso Diallo foi avisado por sua gerente que ela tinha sido informada, por de um e-mail automático, que seu contrato de trabalho tinha sido rescindido, mas a supervisora disse a ele que  resolveria o problema.

No dia seguinte ao chegar ao trabalho o desenvolvedor de softwares notou que havia sido excluído de todos os sistemas da empresa. Aguardando sua gerente resolver o problema, depois do almoço houve a situação então mais constrangedora, dois seguranças apareceram em sua mesa no escritório afirmando que haviam recebido ordens também por e-mail para escoltá-lo para fora do prédio devido sua demissão no dia anterior.

Ibrahim Diallo

Ibrahim Diallo contou a sua história a um blog e disse que espera que ela sirva de exemplo para alertar às empresas que dependem muito da automação de maquinas e sistemas.

Os patrões do desenvolvedor de software levaram cerca de três semanas para então descobrir o motivo que ele havia sido demitido por uma maquina. Como a empresa que ele trabalhava estava passando por mudanças, houve então uma troca de sistemas operacionais que eram usados para registrar a contratação de novos funcionários e demissão e todos os cadastros tiveram que ser atualizados.

O contrato de Diallo não havia sido registrado corretamente nesse novo sistema. Com isso as máquinas assumiram o comando da situação e acabaram demitindo ele por um erro. Após o erro ter sido detectado, Diallo foi autorizado a voltar ao serviço, mas teve prejuízos como três semanas de pagamento e a vergonha de ter sido escoltado para fora do prédio de onde trabalhava. Com isso ele então decidiu então trocar de emprego, mais sua história não foi apenas mais uma situação inusitada acontecida, ele serviu de alerta sobre os perigos da automação excessiva.

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